sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Anfíbios

POR QUE ANFIBIOS?

 O nome anfíbios (anfi = ambos, dois ;bios = vida) se refere à adaptação desses animais a dois ambientes, o aquático e o terresre.
 Há cerca de 350 milhões de anos surgiram os primeiros anfíbios, muito  provalvelmente pela evolução  de um grupo  de peixea com nadadeiras de um tipo especial, as quais seram origem ás pernas, importantes para a loccomoçao no novo ambiente.
 Ao lado dessa característica surgiram outras, como, por exemplo, os pulmoes, que permitem a observação do oxigênio existente no ar.
 A pele já tem um fina película que protege o animal contra uma excessiva perda de água.
 No entando, ela é ainda beim permeàvel, permitindo a troca de gases respiratórios (oxigênio e gás carbônico0 , pela chamada respiração cutânea.
 Ao lado dessas novas característicaseles ainda mantêm uma dependência do meio aquático, pois aí ocorre a postura dos ovos, a fecundação e o desenvolvimento das suas larvas.
 Curiosamente, alguns anfíbios têm a vida inteira aquética, enquanto outros são quase que completamente terrestres, buscando lugares úmidos apenas para a reproduçao.
 Os anfíbios, assim como os peixes e os répteis, são animais de sangue frio.

um exemplo de um dos primeiros anfíbios que existiu:
O Ichthyostega ("peixe telhado"), um dos primeiros vertebrados terrestres, viveu no leste da Groelândia durante o período Devoniano, há 375 milhões de anos. Media 1,5 m de comprimento e alimentava-se de pequenos crustáceos, moluscos, peixes e insetos.
Seus membros desenvolvidos e pulmões eram apropriados para nadar nos pântanos e lagos, portanto precisavam de muito esforço para andar em terra. Assim, o Ichthyostega se reproduzia e criava seus filhotes dentro da água, mas acredita-se que saía para tomar sol e se aquecer durante algum tempo.

A descoberta do gênero foi feita em 1932 pelo paleontólogo sueco Gunnar Save-Soderbergh. Até agora não foram encontrados fósseis de membros anteriores de Ichthyostega, por isso não se sabe a quantidade de dígitos que possuía nas mãos.

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Subclasse: Labyrinthodontia
Ordem: Ichthyostegalia
Família: Ichthyostegidae
Gênero: Ichthyostega

Espécies: Ichthyostega stensioei, I. watsoni, I. eigili e I. koch
 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Os vertebrados

                                               Peixes


Peixes ósseos e peixes cartilaginosos
    A maioria do speixes possui esqueleto formado por ossos e pertecem à classe  osteíctes

    Mas existe também peixes que têm o esqueleto feito de cartilagem(um tecido de sustentaçao mais mole que o osso, encontrado, por exemplo, na orelha e no nariz dos seres humanos). Esses peixes, representados pelo tubarões e pelas raias, formam a classe dos condrictes.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Biomas Brasileiros

Os biomas são um grande conjunto de eco sistemas que agregam fauna e flora encontrados em um determinado lugar
Paea facilitar o estudo destes elementos na geografia, chamamos de domínios morfoclimaticos.O termo dominio é mais abrangente por envolver o clima, o relevo e vegetação.Normalmente, o norte da vegetação é o nome dado ao domínio por ser o elemento mais visivel da paisagem e mais facil de ser identificado.
                     vejamos alguns dominios do Brasil
dominio amazônico apresenta grande biodiverdade(a maior do planeta).Clima equatorial (quente e umido).As arvores são de grande porte e é reportadas por grandes rios.

dominio do cerrado ocupa a parte central do país , solo ácido com árvores de casaca grossa, galhos retorcidos e pequeno porte. É o domínio que está sendo mais desmatado na atualidade devido, ao avanço da fronteira agrícola.
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dominio da caatingaclima semi-árido, resistente aos longos periódos de estiagem, vegetaçao de pequeno porte encontrada no sertão nordestino.

dominio do pantanalregiao de planície alagada, corresponde a uma faixa de transição entre o cerrado e a floresta amazônico

dominio das araucarias ocupa o estado do paraná, também chama de floresta dos pinhais.solofertil, desmatada para utilização do espaço nas lavouras.

dominio do pampas também chamada de pradarias, vegetação de gramíneas no sul do Brasil. Climasub-tropical

dominio da mata atlantica vegetação de floresta tropical litorânea, resta menos de 20%da vegetaçao original.Foi a primeira vegetaçao a ser vista pelos colonizadores

domingo, 23 de outubro de 2011

Poluiçao do solo

O solo é a camada mais fina da crosta terrestre e fica na sua superfície externa. Grande parte dessa camada é rica em substâncias nutritivas e é onde se desenvolvem os vegetais. Quando o solo fica poluído, os alimentos produzidos ficam 'envenenados'.

A poluição do solo pode ter várias causas, mas uma das principais é o uso de produtos químicos na agricultura. Os agrotóxicos, como são chamados, servem para fertilizar o solo, eliminar ervas daninhas e destruir pragas. São úteis para a produção, mas causam estragos ambientais terríveis, alterando o equilíbrio do solo e envenenando animais através das cadeias alimentares.

As fábricas também são outra fonte de poluição do solo. Como grandes produtoras de lixos, normalmente acumulados em depósitos irregulares, esses lixos, mesmo quando não tóxicos, acabam vazando pelos containers corroídos, contaminando a terra.

Outros grandes poluidores são os aterros, onde são jogados os lixos recolhidos nas cidades. A decomposição da matéria orgânica existente no lixo gera o chorume, um líquido escuro de mau cheiro e um alto potencial poluidor. Apesar da proteção do solo nos aterros, o chorume acaba vazando e contaminando o solo.

Outro problema dos aterros é o lixo tóxico. Como não há a mínima preocupação em separar o lixo, acabam indo para os aterros produtos perigosos, causando danos irreparáveis ao lençol freático.

Outro tipo de lixo extremamente perigoso é o produzido pelas usinas nucleares. Os lixos radioativos causam problemas sérios de saúde. Não há conhecimento científico até hoje sobre como descartá-lo de forma segura.

Biologia marinha

A Biologia Marinha é o ramo da Ciência responsável pelo estudo dos seres vivos que têm o meio marinho como habitat, bem como dos fatores bióticos e abióticos que formam o campo de estudo.

Para que seja compreendida a necessidade de um estudo na área marinha é importante ressaltar que cerca de 71% da superfície terrestre é preenchida pelos oceanos, o que pode ser representado em 361 x 106 Km². O volume médio das águas oceânicas chega, em números aproximados, a 1370 x 106 km³, com uma profundidade média de 3795m.
O início dos estudos marinhos se deu através das pesquisas de Eduard Forbes, considerado o pai da Oceanografia. Hoje Oceanografia e Biologia Marinha são ciências afins, porém apresentam algumas diferenças, enquanto a primeira estuda o ambiente marinho em sua totalidade, a segunda se ocupa apenas dos seres que compõe tais ambientes, bem como comportamento, relações e hábitos.
A Biologia Marinha se incumbe de pesquisar todas as características do ambiente marinho enquanto habitat de uma gama de espécies. As principais dessas características são salinidade, disponibilidade de nutrientes, profundidade, pH, iluminação, pressão, incidência de ondas e marés, além das relações interespecíficas, como predação e competição.
Os oceanos consistem no maior reservatório de seres vivos do planeta, e nesse conjunto encontram-se peixes, plânctons, zooplânctons, fitoplânctons, bentos, fitobentos, néctons, além de mamíferos, microrganismos e invertebrados marinhos. Os principais ecossistemas investigados pela Biologia Marinha são as praias, os recifes, as zonas costeiras, os manguezais, as plataformas continentais, as zonas profundas (abissais), os costões rochosos, os estuários e as planícies de ervas marinhas.
Há algum tempo atrás, a Biologia Marinha era um dos principais campos de especialização seguido pelos estudantes de Ciências Biológicas, mas hoje, devido à sua enorme abrangência, a Biologia Marinha já se tornou um curso de graduação em várias universidades brasileiras (em específico, nas regiões Sul e Sudeste). O profissional dessa área é responsável por respaldar empresas a encontrar resoluções ambientalmente viáveis de modo para reduzir impactos gerados por atividades econômicas. O mercado de trabalho vem tomando cada vez mais expansão.

Poluiçao do ar

Nos grandes centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos.

Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas.

Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.

Os efeitos

A emissão excessiva de poluentes tem provocado sérios danos à saúde como problemas respiratórios (Bronquite crônica e asma), alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso ou em órgãos vitais e até câncer. Esses distúrbios agravam-se pela ausência de ventos e no inverno com o fenômeno da inversão térmica (ocorre quando uma camada de ar frio forma uma parede na atmosfera que impede a passagem do ar quente e a dispersão dos poluentes).

Os danos não se restringem à espécie humana. Toda a natureza é afetada. A toxidez do ar ocasiona a destruição de florestas, fortes chuvas que provocam a erosão do solo e o entupimento dos rios.

No Brasil, dois exemplos de cidades totalmente poluídas são Cubatão e São Paulo.

Os principais impactos ao meio ambiente são a redução da camada de ozônio, o efeito estufa e a precipitação de chuva ácida.

A redução da Camada de Ozônio

A camada de ozônio protege a terra dos raios ultravioleta do sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Ela está situada na faixa de 15 e 50 km de altitude.

Os CFCs (clorofluorcarbonos) são compostos altamente nocivos a este escudo natural da terra. O CFC é uma mistura de átomos de cloro e carbono. Presentes no ar poluído, o CFC é transportado até elevadas altitudes quando é bombardeado pelos raios solares ocasionando a separação do cloro e do carbono. O cloro, por sua vez, tem a capacidade de destruir as moléculas de ozônio. Basta um átomo de moléculas de ozônio (O3 ) formando um buraco, pelo qual, os raios UV passam chegando a atingir a superfície terrestre.
A redução do ozônio contribui para o efeito estufa.

Efeito Estufa

O efeito estufa é o aquecimento da Terra, ou seja, é a elevação da temperatura terrestre em virtude da presença de certos gases na atmosfera. Esses gases permitem que a luz solar atinja a superfície terrestre, mas bloqueia e enviam de volta parte da radiação infravermelha (calor) irradiada pela Terra.

O principal agente causador do efeito estufa é o gás carbônico (CO2 ) resultante da combustão do carvão, lenha e petróleo.

Esse efeito é semelhante à dos vidros fechados de um carro exposto ao sol. O vidro permite a passagem dos raios solares, acumulando calor no interior do veículo, que fica cada vez mais quente.

As conseqüências desse fenômeno são catastróficas como o aquecimento e a alteração do clima favorecendo a ocorrência de furacões, tempestades e até terremotos; ou o degelo das calotas polares, aumentando o nível do mar e inundando regiões litorâneas; ou afetando o equilíbrio ambiental com o surgimento de epidemias.



Chuva Ácida

A chuva ácida é uma das principais conseqüências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de petróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrogênio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida.

Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países.

O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corruídos, aos poucos, pela chuva ácida.

Poluiçao dos rios

Rio Sem Poluição



Os rios são fonte de vida. Desde a Antigüidade, suas águas são essenciais para que as pessoas possam viver, bebendo, banhando-se, navegando, além de outras utilidades. Mais recentemente, até mesmo energia elétrica é produzida pela força das quedas d’água dos rios, iluminando as cidades.

Um rio sem poluição é aquele em que os peixes e as plantas crescem naturalmente, tem águas limpas e cristalinas. Sua água serve para regar plantações, tomar banhos e também para beber. Para um rio ser assim, é preciso que não se jogue lixo, nem esgoto diretamente nele.


Rios Poluídos

A poluição da água é a introdução de materiais químicos, físicos e biológicos que estragam a qualidade da água e afeta o organismo dos seres vivos. Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais perigosos poluentes tóxicos, como os pesticidas, metais pesados (mercúrio, cromo, chumbo) e detergentes .

A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e de sua população aumentaram os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano.

Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados diretamente nos rios ou afetam os lençóis d’água que formam as nascentes. O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.



A Poluição dos Rios, A Vida das Pessoas e da Natureza

Por exemplo: o nitrogênio e o fósforo são elementos essenciais para a vida aquática, mas o excesso desses elementos, provocado pela poluição, podem causam um crescimento acelerado na vegetação aquática. Com isso, sobra menos oxigênio, podendo até mesmo matar os peixes daquele rio ou lagoa.



Talvez mais perigosa do que o lixo dos esgotos é a poluição química das indústrias, que jogam toneladas e mais toneladas de produtos químicos diretamente nos rios, sem qualquer processo de filtragem.

A exploração de ouro nos rios da Amazônia, por exemplo, usa o mercúrio para separar o ouro de outros materiais. Esse mercúrio, depois de usado, é jogado diretamente nos rios, matando grande quantidade de peixes e plantas. Com isso, nem os seres vivos dos rios podem sobreviver, nem o homem pode usar a água para beber, tomar banho ou regar plantações.



Como Contribuir Para Evitar A Poluição dos Rios
  1. Não jogue lixo nas águas dos rios.
  2. Não canalize esgoto diretamente para os rios.
  3. Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar.
  4. Observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência.